SportGen

A contribuição da genética ao rendimento esportivo é conhecida há muito tempo, e diversos estudos demonstraram a hereditariedade dos fatores da condição física e as predisposições que parecem existir psicologicamente.

Portanto, a variação genética e os fatores genéticos contribuem para o rendimento no esporte, e influem na maneira como as pessoas respondem ao treinamento.

Segundo diversos estudos, os fatores genéticos contribuem de 20 a 50% na variação individual para determinadas características relacionadas ao rendimento esportivo.

O rendimento esportivo é o resultado da contribuição e interação de muitos fatores que interagem reciprocamente. Tais fatores são classificados como fatores genéticos e fatores ambientais.

Os fatores genéticos são variações na sequência do DNA (os polimorfismos genéticos), relacionados às diferenças individuais em características importantes para o rendimento esportivo como a força muscular, a resistência, a suscetibilidade a lesões, e muitos outros. Estas variações genéticas têm uma incidência tanto no rendimento esportivo como nas pessoas que praticam exercício físico com o objetivo de melhorar sua saúde. Mas também é importante lembrar que nem todas as variantes genéticas que podem ser encontradas nos esportistas de elite são referência de saúde no mundo do fitness.

Entre os fatores ambientais vale destacar a dieta, o tipo de treinamento e preparação, as condições atmosféricas, etc.

Mas, dado o grande número de genes envolvidos na resposta ao exercício físico, ainda é cedo para se utilizar os fatores genéticos na detecção dos talentos esportivos. O que sim pode ser feito é utilizar a genética para ajustes individuais do treinamento e na prescrição do exercício saudável.

A análise genética consiste na avaliação de 5 polimorfismos, os quais estão envolvidos em diferenças individuais de rendimento esportivo, como:

  • Propriedades de força e de resistência das fibras e músculos esqueléticos
  • Resposta aos diferentes tipos de treinamento esportivo (aeróbico ou anaeróbico)
  • Suscetibilidade a desenvolver osteoartrite
  • Suscetibilidade a desenvolver lesões de ligamentos e a lesão do tendão de Aquiles


Assim, as informações proporcionadas são úteis na individualização e otimização do treinamento esportivo. Além disso, também são úteis na identificação dos indivíduos candidatos a implementar medidas de prevenção das doenças frequentes do esportista.

No caso de outras doenças menos frequentes do esportista, mas muito graves, como a morte súbita, será necessário recorrer a uma bateria de análises genéticas específicas, em função da orientação da avaliação cardiológica (síndrome de Brugada, síndrome do QT curto, síndrome do QT longo, etc.).

O perfil genético SportGen é indicado às pessoas que desejam:

  • Manter e melhorar seu rendimento esportivo
  • Prevenir, na medida do possível, as lesões frequentes da atividade física

É aconselhável realizar o presente perfil genético a partir da idade adulta, da mesma forma que os outros estudos genéticos preventivos e preditivos.

Amostra: Sangue total com EDTA (1 tubo de 5 ml) ou saliva (kit Oragene-DNA, OG-500 ou OG-510).

Documentação: Consentimento Informado (código MPP1), imprescindível.

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