Impressão Genética

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A impressão genética é uma espécie de código de barras de cada pessoa, que possibilita a identificação genética dos indivíduos assim como a análise de relações de parentesco biológico.

O DNA contém a informação genética de cada pessoa e está presente em todas as nossas células. O DNA de cada indivíduo é o mesmo desde a concepção até o falecimento, e inclusive após a morte (sempre e quando o indivíduo não tenha sido incinerado). Recebemos o DNA em partes iguais de nossos progenitores, sendo que a combinação de DNA que recebemos é única para cada indivíduo, exceto para os gêmeos idênticos, os quais apresentam uma mesma impressão genética.

A impressão genética é o método mais fiável atualmente para a identificação de pessoas, sendo utilizado pela polícia e pelos laboratórios forenses de todo o mundo.

A análise consiste do estudo de 15 polimorfismos genéticos tipo STR (small tandem repeats), além da determinação do sexo da amostra. A informação obtida a partir destes 15 polimorfismos somente pode ser interpretada com relação a situações de identificação genética. Em consequência, a análise destes polimorfismos de DNA não revela nenhuma outra informação genética adicional sobre o indivíduo.

A probabilidade de identidade (ou seja, a probabilidade que dois indivíduos não relacionados geneticamente apresentem uma mesma impressão genética, independentemente do sexo e da idade) é de aproximadamente 1 em 2 bilhões de pessoas, com a metodologia utilizada em nosso laboratório.

Por conseguinte, a obtenção da impressão genética dá a segurança e a tranquilidade da identificação genética da pessoa em qualquer circunstância.

A análise da impressão genética pode ser de grande interesse nas seguintes circunstâncias, para identificação de pessoas ou certificação de relações biológicas:

  • Testamentos e heranças
  • Incineração de familiares
  • Pessoas com profissões de risco (militares, pessoal de ONGs, etc.)
  • Recém-nascidos após o parto
  • Descendência adotada
  • Descendência obtida por técnicas de reprodução assistida
Em muitas ocasiões, a identidade genética em relação ao parentesco biológico de uma pessoa é determinada a partir da impressão genética de seus progenitores ou outros familiares, o que não é praticável em situações como a adoção, doação de gametas ou embriões, ou falta de acesso aos progenitores.

Igualmente, a obtenção da impressão genética do recém-nascido no momento do parto possibilita a sua identificação inequívoca. Diferentes estudos revelam que as impressões dermatoglíficas não são o método idôneo para a identificação de neonatos, quando se comparam com impressões feitas 5-6 semanas após o nascimento.

A impressão genética também é de interesse para as pessoas que desejam arquivá-la para utilizações futuras, onde se prevê sua ausência (testamentos, heranças, etc.).

Dado que o DNA de cada indivíduo é o mesmo durante toda a sua vida, apenas basta realizar a análise uma única vez.
Amostra: Sangue em EDTA ou mancha de sangue.

Documentação: Consentimento informado, documentos de identificação e cadeia de custódia.
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