CardioScore

Fatores genéticos de risco cardiovascular Os fatores de risco cardiovascular classificam-se em modificáveis e não modificáveis. Dentre esses últimos se englobam os fatores de risco genético. A presença de fatores não modificáveis implica que os objetivos terapêuticos sobre os fatores modificáveis devem ser mais exigentes.

O fato de mais da metade dos eventos cardiovasculares ocorrerem em pacientes classificados como risco baixo ou moderado significa que as funções atuais de estimativa do risco cardiovascular não são de todo eficazes. A incorporação dos fatores genéticos nos algoritmos do
risco possibilita a estratificação do risco cardiovascular de forma mais precisa e específica, identificando os pacientes que necessitam objetivos terapêuticos mais estritos. Esta melhora da classificação do risco é especialmente importante na população de risco coronário moderado.

O perfil genético CardioScore possibilita a reclassificação dos pacientes com risco cardiovascular baixo e moderado, determinando o risco cardiovascular real.

A análise consiste na avaliação de 11 polimorfismos genéticos independentes dos fatores de risco cardiovascular clássicos. Constatou-se que há uma relação direta e linear entre o número de resultados genéticos (alelos) de risco e o número de eventos cardiovasculares, então quanto mais alelos de risco maior o risco cardiovascular.

O perfil genético CardioScore possibilita reclassificar a uma categoria de risco mais elevado a 7% dos pacientes de risco baixo, 15% dos pacientes de risco moderado e 23% dos pacientes de risco alto.

Isto significa que 1 decada 4 pacientes de risco cardiovascular alto e 1 de cada 6 de risco moderado, segundo as funções de risco habituais, deve aplicar em realidade objetivos terapêuticos mais estritos.

O CardioScore integra a informação genética com a informação clínica e de estilo de vida do paciente, para determinar o risco cardiovascular real. A análise avalia:
- Risco cardiovascular global (fatores de risco clássicos)
- Risco cardiovascular global (fatores de risco clássicos e genéticos)
- Fator de risco genético
- Risco relativo
- Idade cardiovascular do paciente

O perfil genético CardioScore é especialmente indicado para:

  • Pacientes em tratamento (risco cardiovascular alto)
  • Pacientes de risco cardiovascular moderado
  • Pacientes de risco cardiovascular baixo.
Amostra: sangue (5 ml com EDTA) ou saliva (kit Oragene-DNA OG-500 ou OG-510). Não é necessário estar em jejum nem suspender medicação.

Documentação: imprescindíveis consentimento informado (código MPP20), questionário clínico (código MPP19) e análise recente.
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